Entenda a situação do transporte coletivo em Sete Lagoas
1. O que está acontecendo com o transporte coletivo em Sete Lagoas?
O sistema de transporte coletivo enfrenta uma grave crise financeira que vem se acumulando há vários anos. O aumento dos custos operacionais, a redução do número de passageiros e a ausência de medidas estruturais para reequilibrar a operação contribuíram para a situação atual.
2. A TURI está encerrando suas atividades?
Não. A TURI continua operando e trabalhando para manter o transporte coletivo funcionando. O objetivo da empresa é preservar o serviço e buscar soluções que permitam a continuidade da operação.
3. Por que houve paralisação dos serviços?
A paralisação está relacionada às negociações entre a empresa e os trabalhadores. A TURI reconhece a importância dos profissionais e segue buscando alternativas para atender às reivindicações sem comprometer a continuidade do serviço.
4. A empresa foi pega de surpresa pela crise?
Não. Em abril de 2026, a TURI apresentou uma representação ao Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais alertando sobre o grave desequilíbrio financeiro do sistema e o risco de colapso da operação caso medidas não fossem adotadas.
5. A TURI está tentando manter os ônibus circulando?
Sim. A empresa mobilizou profissionais de outras unidades do grupo e adotou medidas emergenciais para garantir o funcionamento mínimo da operação e reduzir os impactos à população.
6. Por que a situação financeira da empresa se agravou?
Além do aumento dos custos operacionais, a gestão municipal de Sete Lagoas ainda não adotou mecanismos de subsídio ao transporte coletivo já utilizados por diversas cidades brasileiras, inclusive municípios de porte semelhante ou menor. Sem esse apoio, a receita proveniente das tarifas tem se mostrado insuficiente para cobrir os custos necessários à manutenção do sistema.
7. Existe discussão judicial sobre o tema?
Sim. Existem processos judiciais em andamento que discutem o equilíbrio econômico-financeiro do sistema de transporte coletivo. Alguns desses processos já passaram por perícias técnicas que apontam a necessidade de análise e revisão das condições econômicas da operação.
8. Sete Lagoas possui algum modelo permanente de subsídio ao transporte?
Não. A cidade ainda enfrenta desafios para modernizar seu modelo de financiamento e gestão do transporte coletivo, realidade diferente daquela já adotada por diversos municípios brasileiros.
9. A TURI tentou dialogar com o poder público?
Sim. Ao longo dos últimos anos, a empresa buscou diversas oportunidades de diálogo para discutir soluções que garantissem a sustentabilidade do sistema e a continuidade dos serviços prestados à população.
10. Qual é a principal mensagem da TURI para a população?
A TURI compreende os transtornos enfrentados pelos usuários e reafirma seu compromisso com Sete Lagoas. A empresa continua trabalhando para manter a cidade em movimento e acredita que o diálogo e a construção conjunta de soluções são o melhor caminho para superar este momento.